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Desde o início da pandemia, em março de 2020, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) atua no enfrentamento à Covid-19, especialmente com desenvolvimento de pesquisas e atuação na saúde pública, com destaque aos serviços prestados pelo Hospital Universitário Regional de Maringá. Nesta caminhada de dois anos, a UEM preservou as vidas de seus estudantes com o ensino remoto emergencial e de seus servidores com o regime de teletrabalho.

Agora, chega a hora de recebermos novamente nos câmpus os alunos e professores das nossas cerca de 70 graduações. A universidade esperava ansiosamente por este momento! Embora seja um enorme e inédito desafio assegurar a manutenção das aulas presenciais, a universidade sente que está preparada para isso por meio da conscientização da sua comunidade acadêmica, da obrigatoriedade do passaporte da vacinação e do cumprimento dos protocolos de biossegurança estabelecidos.

Mesmo com a alegria de recebê-los, o Brasil vive a terceira onda da pandemia. Portanto, o Grupo de Trabalho Técnico para Gerenciamento de Questões Relativas à Covid-19 da UEM, formado por especialistas na área da saúde, continua fazendo o monitoramento da situação. As decisões tomadas pela universidade são sempre pautadas pela Ciência, bem como por dados e documentos oficiais fornecidos por secretarias municipais de saúde, Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa), Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde (OMS).

Monitora Covid-19

Pensando em sua saúde, a UEM irá monitorar os casos suspeitos e positivados de COVID-19 na instituição. Por isso, de acordo com a Resolução 001-2022-CEP, é necessário que você preencha este formuário de monitoramento se teve algum contato próximo, se seu caso é suspeito ou se caso tenha positivado de COVID-19.

Preencha o formulário e atente sobre cada questão.

Sua saúde é o nosso compromisso.

Informe Monitora Covid-19

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Resolução n.º 007/2022-CEP

Revoga o Art. 5º da Resolução n.º 001/2022-CEP e suspende a exigência de apresentação do esquema vacinal anti-COVID-19 para docentes e discentes.

Resolução n° 016/2022-CAD

Aprova procedimentos específicos para os servidores docentes e agentes universitários que desrespeitarem os protocolos de biossegurança e revoga a Resolução n.º 011/2022-CAD.

Portaria nº 048/2022-GRE

Estabelecer a equipe de servidores para atuar como pontos focais para alunos e demais trabalhadores comunicarem o aparecimento de sinais e sintomas de síndrome gripal (SG) sugestivos da Covid-19.

Resolução 001/2022 do CEP

Aprova a retomada das atividades letivas presenciais para todos os cursos a partir do dia 31 de janeiro de 2022, revoga a Resolução n.º 032/2021-CEP e adota outras providências.

Ofício Circular n.º 001/2022-PEN

Orientações sobre o retorno presencial das atividades letivas dos cursos de graduação e outros procedimentos.

Portaria nº 655/2021-GRE

Portaria estabelece diretrizes e outras providências sobre a retomada das atividades letivas presenciais na Universidade Estadual de Maringá.

Portaria nº 659/2021-GRE

Portaria estabelece diretrizes e outras providências sobre a retomada das atividades letivas presenciais na Universidade Estadual de Maringá.
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Perguntas e Respostas sobre Biossegurança (atualizado em 18.07.2022)


1) Se o aluno teve contato próximo[1], de acordo com o Protocolo de Biossegurança, com alguém positivado ou suspeito de COVID-19, qual atitude tomar?

Se o aluno estiver com esquema de vacinação completo para COVID-19 e sem sintomas para COVID-19, não há necessidade de afastar-se do convívio social e pode frequentar as atividades acadêmicas presenciais, desde que: use máscara a todo momento, evite alimentar-se em locais com outras pessoas e não fique próximo de pessoas com alto risco por 10 dias do último dia do contato com a pessoa suspeita/positivada. Se nesse período de vigilância (10 dias) apresentar sintomas respiratórios, deve se isolar e seguir o apontado na questão 2.

É considerado esquema de vacinação completo para COVID-19: uma ou duas doses (dependendo da vacina), dose adicional para imunocomprometidos e dose de reforço quando indicado para a faixa etária, respeitando o calendário de vacinação estadual para a população.


2)  Se o aluno está com sintomas para COVID-19 [2], mesmo que não saiba se teve contato próximo com suspeitos/positivados, o que deve fazer?

Deve imediatamente afastar-se do convívio social, preencher o formulário de monitoramento

(http://cpr.uem.br/index.php/covid-19-atendimento/monitoracovid-19) e autodeclaração via SAV/DAA (clique no link: http://cpr.uem.br/images/biosseguranca/marco-autodeclaracao.pdf) e não participar de qualquer atividade acadêmica presencial. O tempo de afastamento vai depender dos sinais e sintomas, conforme descrito abaixo:

a) Se tiver COVID-19 confirmado por teste ou apresentar sintomas sugestivos da COVID-19, está indicado o isolamento por 7 dias desde que o indivíduo esteja afebril sem o uso de medicamentos antitérmicos há pelo menos 24 horas e com remissão dos sintomas respiratórios no 7º dia. Nesse período, realizar o teste, preferencialmente;

b) Se tiver COVID-19 confirmado por teste ou apresentar sintomas sugestivos da COVID-19 isolar-se. Se permanecer com sintoma no 7º dia, estender isolamento até 10 dias;

c) Se tiver que ser internado por COVID-19 ou for imunossuprimido, o isolamento poderá ser por 20 dias.

Deverá, preferencialmente, realizar teste de RT-PCR ou Teste Rápido de Antígeno. O dia 0 é o primeiro dia dos sintomas ou da coleta do teste. O dia 1 é o primeiro dia completo, ou seja, 24 horas após o desenvolvimento dos sintomas ou da coleta da amostra de teste e, assim, sucessivamente.


3) Caso apareça alguma dúvida sobre a aplicação do Protocolo de Biossegurança, onde posso consultar?

R.: O e-mail para tirar dúvidas é o retornopresencial@uem.br, monitorado constantemente pelo Grupo de Trabalho de Enfrentamento à COVID-19 na UEM.


4) Na turma há alunos positivados e suspeitos. Quando deve-se suspender as aulas?

R: A manifestação de todo caso positivado ou suspeito com sintomas para COVID-19 deve ser enviada para o e-mail retornopresencial@uem.br e no campo assunto escrever “COVID-19 CONFIRMADO ou COVID-19 SUSPEITO”. No corpo do e-mail identificar o caso positivo/suspeito com Registro Acadêmico e curso. O aluno positivado/suspeito deverá permanecer em isolamento com atividades domiciliares por 07 ou 10 dias (ver orientações na questão 2.

Se houver pelo menos 03 (três) casos da doença (diagnosticados como positivos por exame de RT-PCR ou Teste Rápido de Antígeno), em um grupo específico de pessoas que, nos últimos 14 dias, além do vínculo temporal, manteve algum tipo de contato próximo entre si, recomenda-se a suspensão de atividades letivas presenciais de forma parcial em concordância com o Art. 11 da Res. 001/2022-CEP.


5) Alunos com comorbidade(s) devem ser afastados?

R.: O afastamento compulsório está previsto apenas para as gestantes de qualquer idade gestacional, ainda que imunizadas para COVID-19, conforme dispõe o parágrafo 4o do artigo 2o da Resolução SESA n. 1433/2020 (acrescido pela Resolução SESA n. 623/2021). Alunos com algumas comorbidades, mesmo que com esquema vacinal completo para COVID-19, precisam de avaliação médica para verificar necessidade de afastamento.



[1] Contatante próximo de caso confirmado da Covid-19: Aluno assintomático que esteve próximo de caso confirmado de COVID-19, entre dois dias antes e dez dias após o início dos sinais ou sintomas ou a data da coleta do exame de confirmação laboratorial (caso confirmado assintomático) do caso, em uma das situações:
a) teve contato durante mais de quinze minutos a menos de um metro de distância, com um caso confirmado, sem ambos utilizarem máscara facial ou a utilizarem de forma incorreta;
b) teve um contato físico direto, como aperto de mãos, abraços ou outros tipos de contato com pessoa com caso confirmado;
c) permaneceu a menos de um metro de distância durante transporte por mais de quinze minutos; ou
d) compartilhou o mesmo ambiente domiciliar com um caso confirmado, incluídos dormitórios e alojamentos.

Contatante próximo de caso suspeito da Covid-19: aluno assintomático que teve contato com caso suspeito de Covid-19, entre dois dias antes e dez dias após o início dos sintomas do caso, em uma das situações:
a) teve contato durante mais de quinze minutos a menos de um metro de distância sem ambos utilizarem máscara facial ou utilizarem de forma incorreta;
b) teve contato físico direto com pessoa com caso suspeito; ou
c) compartilhou ambiente domiciliar com um caso suspeito, incluídos dormitórios e alojamentos.


[2] É considerada síndrome gripal: quadro respiratório agudo com um ou mais dos sinais ou sintomas de febre (mesmo que referida), tosse e falta de ar. Outros sintomas não específicos ou atípicos podem incluir: dor de garganta, dor de cabeça, coriza, espirros, calafrios, dor abdominal, diarreia, anosmia (incapacidade de sentir odores) ou hiposmia (diminuição do olfato), hipogeusia (diminuição da capacidade para sentir o sabor da comida), ageusia (perda da capacidade para sentir sabor), mialgia (dores musculares, dores no corpo), cansaço ou fadiga. Em crianças, além dos sintomas anteriores, na ausência de outro diagnóstico específico, considera-se também a obstrução nasal.